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quarta-feira, 28 de março de 2012

Game Resident Evil

Medo doméstico

Medo doméstico - 1 (© Imagens cedidas pela Capcom. Todos os direitos reservados.)
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Imagens cedidas pela Capcom. Todos os direitos reservados.


Não dá para dizer que “Resident Evil” inventou o terror interativo. Games como “Alone in the Dark” já flertavam com essa emoção bem antes da Capcom colocar seu T-Virus na praça. Mas dá para dizer que se o terror é o que é hoje nos games, é graças a este verdadeiro pioneiro. A série teve início em 1996 e, até hoje, tem 26 games associados à franquia. Dentre inúmeras versões, a série se espalhou em diversas plataformas nos últimos 16 anos. Escolhemos os 10 principais episódios desta saga, que já deu sustos homéricos em marmanjos mundo afora.


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[O terror começa aqui, com direito uma constrangedora introdução, trazendo atores de quinta categoria em cosplays vergonhosos. O início deliciosamente tosco esconde uma pepita do survival horror, que enfatiza a resolução de puzzles e a necessidade de conservar munição contra os mortos vivos. Um remake para GameCube, lançado em 2002, atualizou os gráficos e introduziu algumas mecânicas, tornando essa a versão definitiva do game, obrigatório na biblioteca de qualquer fã de jogos de terror.

Considerado um dos melhores games de toda a franquia, “Resident Evil 2” marca a primeira versão do jogo em um console Nintendo, algo que aconteceria novamente apenas em “Resident Evil 4”. O game apresenta duas histórias paralelas, com o jogador escolhendo entre Claire Redfield e Leon S. Kennedy, que tentam sobreviver à horda de zumbis que atacam a cidade de Raccoon City. A delegacia deserta e devastada pode ser um dos melhores cenários da história da franquia.


Uma injeção de ação na franquia. “Resident Evil 3” marca a apresentação de um dos vilões mais icônicos da série, o monstrengo mutante Nemesis, que acossa o jogador em diversos pontos do game, atuando como uma espécie de mini-chefe. Na jogabilidade, a Capcom adicionou uma mecânica de rolamento, deixando a ação mais rápida, além de um comando para virar 180º, que se tornou característica da série.

O primeiro “Resident Evil” a não ser lançado originalmente para PlayStation traz uma grande inovação gráfica: pela primeira vez, os cenários passaram a ser renderizados em 3D, e não em uma imagem 2D estática. Bastante similar a “Resident Evil 3” na jogabilidade, “Code Veronica” é outro game frequentemente citado como um dos melhores da série. A trama traz personagens dos outros jogos, como Claire e Chris Redfield e Leon S. Kennedy.


“Outbreak” não foi dirigido por Shinji Mikami e não foi particularmente bem recebido pela crítica, mas é um episódio fundamental na série pois marca o primeiro experimento da franquia com multiplayer. Jogadores podiam entrar na internet usando o modem do PS2 e, ao lado de outros jogadores, enfrentavam cenários em modo cooperativo. Levar sustos deixou de ser uma coisa necessariamente solitária.


A revolução chega à série de horror da Capcom e não dá sinais de que vai embora. Pela primeira vez em nove anos, a série recebe mudanças cruciais na jogabilidade e o resultado é, provavelmente, o melhor jogo da série e um dos melhores da geração passada. No controle de Leon S. Kennedy, os jogadores se embrenham pelo interior da Espanha na busca da filha do presidente dos EUA, usando um sistema de mira fixo acima do ombro, com o jogador controlando a mira com o auxílio de uma mira-laser. Gráficos impressionantes, fases memoráveis e muita ação tornam este game um clássico obrigatório na biblioteca de qualquer jogador.


De muitas formas, “Resident Evil 5” seguiu o formato de seu predecessor, apenas ampliando a ação, afastando de vez a franquia de suas origens no horror. No papel de um extremamente bombado Chris Redfield os jogadores podem, mais uma vez, chamar um amigo para compartilhar a matança, seja via tela dividida ou online. O game é bom e traz gráficos impressionantes, mas dá para dizer que inova pouco em relação ao predecessor.


Pela primeira vez a experiência “Resident Evil” foi traduzida com precisão para um portátil, usando os recursos gráficos do Nintendo 3DS. Com gráficos impressionantes para o sistema e algumas mecânicas que utilizam características únicas do portátil, “Revelations” não faz feio com seus primos maiores e é uma excelente demonstração de que a franquia tem novas fronteiras para romper.


A série abandona de vez suas convenções em um game que pode ser descrito mais como uma versão de “Left 4 Dead” em terceira pessoa, no universo de “Resident Evil”. A cooperação é fundamental no game, que introduz mecânicas de cobertura e acelera a jogabilidade, buscando um jogo mais ágil e cheio de ação. A recepção não vem sendo das melhores, mas a ideia tem bastante potencial.


A ordem agora parece ser dinamizar a jogabilidade de “Resident Evil”, ampliando a ação vista em “RE 5”. Os personagens (dentre eles Chris Redfield e Leon S. Kennedy) se movem com muito mais velocidade e acrobacias que em qualquer outro game da série. Pela primeira vez, a Capcom vai deixar os jogadores andar e atirar ao mesmo tempo. Não há muitas informações sobre o game, mas do que foi visto até agora, parece um passo rumo a games de ação tradicionais como “Gears of War”.


informações:

sexta-feira, 16 de março de 2012

Poema Gótico: Sonhos

Sonhos

Sonhos procuramos nunca esquecer,
Pois nesse outro mundo encantado, há sempre
alguém com você
Sonhos onde temos a liberdade, como um
pássaro a voar sobre um céu azul
Espalhando brilho pelo ar, que me faz cantar,
E me faz ter vontade de dizer sobre como é bom sonhar
Porque quando você sonha, você passa a acreditar
em coisas que seriam difíceis de falar
Como um horizonte, que você quer atravessar,
Uma estrela então se tornar,
Um dia iluminar à todos por quem passar
Então use sua imaginação e entre nesse
mundo de sonhos e diversão
Pare e pense nas pessoas à sua volta,
Saiba que elas estão em seu coração

Amor, amizade e solidariedade,
Eu sei que estão com você,
então saiba que a única coisa que tenho a dizer,
é confie em você. 

quarta-feira, 14 de março de 2012

Poema Gótico: Anjo Negro

Anjo Negro 


Perdida no escuro da minha existencia
Procuro uma alma pura
Com compaixão e paciencia


Procuro um anjo negro
Para me proteger
Que combata a solidao
Quando ela aparecer


Um anjo que me guarde
Em suas assas de cor negra
Morro de tristeza enquanto ele nao chega


E voce o meu anjo negro
Que tanto esperei
Sem você nao sei viver
Desde que o encontrei


Suas asas me embalam
Num sono profundo
E so elas me protegem
Da crueldade do mundo


Caminharemos juntos na solidao
Eu já nada temo
Pois voce me da a mao


Estaremos unidos por toda a eternidade
Junte-se a minha alma
Antes que seja tarde.


segunda-feira, 12 de março de 2012

Poema Gótico: Você é ...

Mesmo a distancia, 
sinto você perto de mim; 
saiba que vc é muito 
importante para mim...
pelo menos só vc me 
mantem vivo...
não sei para que é 
necessário viver... 
mais as vezes sinto q 
só em ver sua foto ... 
é importante viver...

quinta-feira, 8 de março de 2012

Feliz Dia Internacional da Mulher


Mulher que és linda
mulher que és independente
que és única e não vivo sem
Mulher que é vida
que nos ensina quem somos
sendo mãe
companheira
amiga
esposa
namorada
ficante
mulher
Não é substituída em nada
semeada como uma rosa

que floresce a nossa
vida e esperança
que encanta 
o nosso caminho
e alegra a 
nossa Alma
és especial
hoje e sempre

Mulher você é inconfundível ! 
08 de março 
Dia
Internacional da Mulher

sexta-feira, 2 de março de 2012

Poema Gótico: O Gótico

O gótico





Eu sou o poeta da escuridão
que semeia em frios jardins
flores mortas
com as pálidas mãos


Sou o ser escuro
que vigia a noite
com o olhar de vampiro
buscando encontrar a beleza
que se esconde em cada sombra


Meus olhos pintados de preto
vêem o que não pode
ser visto
pelos olhos mortais


Eu sou a bruma noturna
o ouvido dos
Gárgulas
nas catedrais


Eu vagueio nos céus escuros
onde os olhos dos
corvos
brilham
no mágico crepúsculo


Nas trevas
vejo a luz
que poucos ainda
produz
e na terra onde os seres
do dia
rastejam
plano suavemente com
minhas asas de
anjo negro


Minha solidão
devora as horas
esperando o dia terminar
até cair sobre mim
o manto da noite
onde sonho acordado
sem despertar

Meus versos escritos
com sangue
deslizam como uma chuva tépida
nos prédios abandonados
onde deixo o lamento de um mundo
doente
gravado


Doenças deixadas pelos seres
do dia
que destroem o mundo
com sua ímpia enfurecida
Quem são os estranhos?
Ou seriam os loucos?




Deixe-me só com minha tristeza
pois o que resta é chorar
afinal, alguém precisa chorar
então
que seja eu
o ser da escuridão
o Nosferatu


Deixe-me acender minha fogueira
na terra das almas mortas
quero deitar-me sobre as lapides frias e tortas
deixadas pelos seres
de outrora


Deixe-me cantar
nas entranhas escuras
Close to me
o mundo está doente
talvez não há mais cura
alguém precisa chorar
então que seja eu
o ser da noite escura


Sandro Kretus 
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